La mentira de la vida
Siempre me he pergutado por qué el ser humano é así. ?Por qué en desmedida ambición,
suspiramos, engañados y confundidos,
por lograr lo que nos dijeron que “es felicidad”.
En frenético desdén pasamos de largo, sin mirar,
sin escuchar al hermano que agoniza a nuestro lado.
Caminamos atados a nuestro pasado,
o soñando en todo lo que ambicionamos.
La calle es un hervidero, pero está vacía,
pues caminamos sólo en unión del celular.
Así avanzamos, presos en la mentira de nuestras vidas.
Conscientes somos de que sólo la entrega a los demás,
el amor, la amistad y la armonía
de una vida no atrapada en la avidez,
será lo que nos podrá salvar.
Pero, NO, nunca será así,
pues mañana volveremos a arrastrarnos
tras el mismo mentiroso “bienestar”.
Pedro Pardo é autor desse texto. Nacionalidade, idade e linguagem diferentes não impediu que nos identificássemos.
Pedro é metáfora para o meu fascínio por desconhecidos, é a prova que em cada esquina ou atrás de cada monitor, há uma história que eu preciso conhecer.
De cima
A cada brilho ele, o sol, e negro, o asfalto por onde percorro de manhã infundem em mim uma sensação indubitável. Certezas que antes se permutavam num caleidoscópio lúdico e espontaneamente comum cedem lugar a um mosaico existencial quase completo e coerente.
Os fios não mais são fios. Formam hoje labirintos que só eu compreendo e sei por onde andar. O cheiro úmido do verde, a gélida brisa e o tecido adiante banhado de azul me convencem do efêmero e seus preceitos. Calo-me, fitando faróis que clareiam, mas não iluminam. Montes adjacentes, incontáveis perímetros para trás, infindos trajetos e alegres miragens.
Tempo que me consome de forma profícua e sem sentido. E você é quem permanece, querida.
Fábio é autor deste texto, amigo distante, lembrança presente.
Era todo contraste àquele recorte do mundo que nos encontramos: ingenuidade cheirando a giz e ecoando vozes adolescentes estridentes.
Fábio ainda hoje é sobriedade sobre minha ansiedade. E mais do que nunca, também é saudade.
São tantos os caminhos dessa vida
mesmo sabendo que essa ida é sem saída e que se não há volta, há revolta,
vá.
Deixe o que te prende
abrace o que te solta
nessa vida nada se entende
o que vale e fica é o
que se sente
(e o que se importa)
Dia menos dia e o que ficou?
Ou: o que tem ficado, lhe agradou? Deixe-me ser sincero por um instante, dizer-lhe o que me ocorre, delirante:
há varias maneiras de se ganhar o dia que passou
e naquele dia, já de noite, o seu sorriso me bastou.
João Vitor é autor desse texto e uma dessas pessoas boas que nos fazem ser melhores.
Sempre achei que ser apenas prima era um relacionamento muito distante para quem eu tinha como irmão. Transformei-o então em melhor amigo.
Sabor de pêra colhida no pé
Siempre me he pergutado por qué el ser humano é así. ?Por qué en desmedida ambición,
suspiramos, engañados y confundidos,
por lograr lo que nos dijeron que “es felicidad”.
En frenético desdén pasamos de largo, sin mirar,
sin escuchar al hermano que agoniza a nuestro lado.
Caminamos atados a nuestro pasado,
o soñando en todo lo que ambicionamos.
La calle es un hervidero, pero está vacía,
pues caminamos sólo en unión del celular.
Así avanzamos, presos en la mentira de nuestras vidas.
Conscientes somos de que sólo la entrega a los demás,
el amor, la amistad y la armonía
de una vida no atrapada en la avidez,
será lo que nos podrá salvar.
Pero, NO, nunca será así,
pues mañana volveremos a arrastrarnos
tras el mismo mentiroso “bienestar”.
Pedro Pardo é autor desse texto. Nacionalidade, idade e linguagem diferentes não impediu que nos identificássemos.
Pedro é metáfora para o meu fascínio por desconhecidos, é a prova que em cada esquina ou atrás de cada monitor, há uma história que eu preciso conhecer.
De cima
A cada brilho ele, o sol, e negro, o asfalto por onde percorro de manhã infundem em mim uma sensação indubitável. Certezas que antes se permutavam num caleidoscópio lúdico e espontaneamente comum cedem lugar a um mosaico existencial quase completo e coerente.
Os fios não mais são fios. Formam hoje labirintos que só eu compreendo e sei por onde andar. O cheiro úmido do verde, a gélida brisa e o tecido adiante banhado de azul me convencem do efêmero e seus preceitos. Calo-me, fitando faróis que clareiam, mas não iluminam. Montes adjacentes, incontáveis perímetros para trás, infindos trajetos e alegres miragens.
Tempo que me consome de forma profícua e sem sentido. E você é quem permanece, querida.
Fábio é autor deste texto, amigo distante, lembrança presente.Era todo contraste àquele recorte do mundo que nos encontramos: ingenuidade cheirando a giz e ecoando vozes adolescentes estridentes.
Fábio ainda hoje é sobriedade sobre minha ansiedade. E mais do que nunca, também é saudade.
Beco sem saída
São tantos os caminhos dessa vida
mesmo sabendo que essa ida é sem saída e que se não há volta, há revolta,
vá.
Deixe o que te prende
abrace o que te solta
nessa vida nada se entende
o que vale e fica é o
que se sente
(e o que se importa)
Dia menos dia e o que ficou?
Ou: o que tem ficado, lhe agradou? Deixe-me ser sincero por um instante, dizer-lhe o que me ocorre, delirante:
há varias maneiras de se ganhar o dia que passou
e naquele dia, já de noite, o seu sorriso me bastou.
João Vitor é autor desse texto e uma dessas pessoas boas que nos fazem ser melhores.
Sempre achei que ser apenas prima era um relacionamento muito distante para quem eu tinha como irmão. Transformei-o então em melhor amigo.
Sabor de pêra colhida no pé
"Rever velhos e bons amigos é como respirar um ar puro que há tempos não se respirava.
Dá aquela sensação de alívio, que enche tudo por dentro.
É uma alegria e que dá fôlego para continuar a vida cotidiana.
Dá aquela sensação de alívio, que enche tudo por dentro.
É uma alegria e que dá fôlego para continuar a vida cotidiana.
Rever velhos e bons amigos é como se olhar no espelho e ver algo bonito na maré de rugas: são as lembranças antigas marcadas a pele.
Rever amigos é dar um voto de confiança à vida, afinal, não há briga, nem tempo, nem espaço físico que possa mudar o que bons amigos tem em comum: a certeza de ter um vivendo dentro do coração do outro".
Carolina Vitória Correia Pêra é autora deste texto e peste no meu jardim, dessas que nascem sem ser plantadas e que que não há tempestade que estrague.
Trouxe tanto fruto, que hoje faço questão de cultivá-la.
Ando precisando respirar ar puro... Amo você







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